terça-feira, 15 de maio de 2012

Parece que minha vida é a seqüência de um filme, no qual os nomes dos atores mudaram

"Por que chora tanto garota, perdeu alguém?" - Ele me disse.
"Se pode se dizer que a alegria do meu dia é uma pessoa, sim. Acabei por perder." - Respondi.
"Essa pessoa era muito importante né?"
"Era não. É importante, apenas não nos veremos mais diariamente, não riremos das mesmas piadas todos os dias, não nos xingaremos, não bolaremos planos infalíveis e não vou ter com quem desabafar, me sentirei sufocada. Mas Deus tem uma coisa melhor pra ela, Deus tem felicidade escondida, ela só vai ter que encontrar."
"Amizade é mesmo uma coisa séria né?"
"Quase uma família, os amigos fazem parte da gente". - Respondi

Título: 83 - John Mayer.

7 comentários:

Bruna Gabriela disse...

Chorei quando fui embora...
a mastermaq era uma perda pequena demais, em relação a sua companhia diária...
Eu sempre vou fazer todas as coisas com você, sempre que estiver ao meu lado...

Nossa amizade foi construída dentro do peito, e laçada na alma... só vai acabar o dia que você disser que não me aguenta mais mesmo.

Eu te odeio Chatella (rs)

Fernanda. disse...

Amigos que são amigos nunca se vão. É certo nos enganarmos, mas no fundo sabemos quem são os reais. Não se preocupe, eles não fazem parte da gente? Então podem estar no japão, mas eles nunca se vão.

Por que você faz poema? disse...

Se a vida fosse,
realmente, feito um filme,
gostaria apenas
que houvesse
trilha sonora
enquanto
eu caminhasse solitário
pela cidade.

Paulo Vitor Cruz disse...

que coisa mais linda... a vida tem dessas coisas, né?.. a gente vive se encontrando e se despedindo... duro é se acostumar com essa condição de estar em movimento.

abração e feliz domingo ae. se cuida.

Letícia Giraldelli disse...

Que lindo o texto pra Gabriela, gente!
Mas sabe moça, amizade é uma coisa séria mesmo... Por isso não acaba com a distância!
Onde há amor... Há solução!

beijo.

Artemísia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Artemísia disse...

"Ah! fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não conseguirás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro o cheiro preciso dele."

(Caio Fernando Abreu)